
A Experiência Primeiro Passo é uma avaliação completa da sua dor, da sua pisada e da forma como o seu corpo se apoia no chão. Você sai entendendo o que está acontecendo e com um caminho definido — não com mais um palpite.
Quem sente dor no pé há algum tempo costuma chegar aqui com uma lista parecida de tentativas:
Nada disso é falta de esforço seu. É que todas essas tentativas miram o lugar onde dói — e o lugar onde dói quase nunca é o lugar onde a história começou.
Ela aparece onde a estrutura está sobrecarregada — que muitas vezes não é onde a sobrecarga nasceu. Silenciar o aviso não muda o que o produziu.
A forma como o pé toca o chão organiza tornozelo, joelho, quadril e coluna. Uma dor no calcanhar pode ter relação com mobilidade, força e com o jeito de distribuir o peso.
Olhar o pé parado conta pouco. O que muda a conduta é ver como você anda, quanta pressão cada região recebe e como as articulações se comportam em movimento.
A Dra. Dayse Magalhães explica por que a maior parte das tentativas de resolver dor no pé para no meio do caminho — e o que uma avaliação de verdade precisa olhar.
Não precisa assistir tudo agora. Se preferir, fale com a equipe primeiro e veja o vídeo depois, com calma.
Marque no mapa e nas situações. O que você marcar vai junto na sua mensagem — a equipe já começa a conversa entendendo o seu caso, e você não precisa contar tudo de novo.
Esta ferramenta não avalia, não indica tratamento e não substitui consulta. Ela só organiza o que você mesmo relatou.
Não é uma consulta rápida de olhar o pé e receitar palmilha. É um encontro em que se investiga, se mede e se explica — até você entender o próprio caso.
Quando começou, o que piora, o que já tentou, como é a sua rotina, quanto tempo você passa em pé, o que a dor te impediu de fazer. É a parte que mais direciona tudo o que vem depois.
Mobilidade do pé e do tornozelo, força, flexibilidade da panturrilha, alinhamento e o comportamento de joelho e quadril. O pé é avaliado dentro da cadeia, não sozinho.
A baropodometria mostra em imagem quanta pressão cada região do pé recebe, parado e em movimento — o que a olho nu não dá para ver nem estimar.
Como você anda de verdade: apoio, impulso, o tempo que cada fase leva, as compensações que o corpo aprendeu a fazer para fugir da dor.
Traga o calçado que você mais usa. O desgaste da sola é um registro de meses da sua pisada — costuma confirmar ou contradizer o resto da avaliação.
Aqui a experiência muda de mão: você recebe a explicação do que foi encontrado, em português, com as imagens na tela. Sem termo técnico solto e sem enrolação.
O que fazer, em que ordem, o que depende de você e o que depende de acompanhamento. Se o seu caso não for para a gente, você também sai sabendo disso — e para onde ir.
Tudo isso acontece em cerca de 1 hora, num atendimento só.
Prometer cura, prazo ou resultado garantido seria fácil. Seria também desonesto: corpo não funciona com garantia. O que a gente garante é o que depende de nós.







"O paciente não precisa entender de biomecânica. Ele precisa sair sabendo o que está acontecendo com ele e o que fazer a respeito. Essa é a parte que ninguém entrega."
Nove anos dedicados exclusivamente a pé e pisada, mais de 2.500 famílias atendidas em Salvador e uma equipe que faz disso o assunto do dia inteiro — não uma especialidade entre outras dez.
Instituto de Saúde DM · CNPJ 26.653.134/0001-03 · Responsável técnica: Dayse Magalhães, CREFITO 177988-F.
Dizer para quem não serve é a parte mais honesta de qualquer convite — e evita que você gaste tempo e dinheiro à toa.
Mande uma mensagem para a equipe. Ninguém vai te empurrar nada: você recebe as informações, os horários e o valor, e decide depois com calma.
Atendimento humano, no horário comercial.