
Saber em qual dos dois casos o seu filho está não se descobre no Google, nem esperando mais um ano para ver no que dá. Descobre-se observando a criança andar — com método, com medida e com quem faz isso todo dia.
E que você contou para alguém que respondeu "isso é normal, vai passar". Talvez seja mesmo. Mas foi você quem viu — e essa observação merece um lugar melhor do que a dúvida.
Nenhum desses itens, sozinho, significa que exista um problema. Vários deles fazem parte do desenvolvimento em determinadas idades. O que uma avaliação faz é colocar o que você observou dentro do contexto certo — a idade da criança, a fase em que ela está e o que se mede no chão.
As duas respostas que os pais mais recebem são ruins pelo mesmo motivo: nenhuma delas olhou a criança.
Pé plano, pé para dentro, andar na ponta: em certas idades, tudo isso pode fazer parte do desenvolvimento e se resolver sozinho. Tratar o que não precisa ser tratado também é um erro.
O mesmo achado significa uma coisa aos 2 anos e outra aos 7. As faixas são aproximadas e se sobrepõem bastante — por isso a idade entra na conta desde o primeiro minuto.
Acompanhar é registrar como está hoje para comparar depois. É isso que permite dizer, com base em algo, se está caminhando bem ou se mudou de figura.
A gente não trabalha com susto. Se estiver tudo bem com a pisada do seu filho, você vai ouvir exatamente isso — e vai embora tranquilo.
A Dra. Dayse Magalhães explica o que se observa numa avaliação de pisada, o que costuma ser fase e em que ponto vale acompanhar de perto.
Não precisa assistir tudo agora. Se preferir, fale com a equipe primeiro e veja o vídeo depois — talvez com a criança já dormindo.
Marque a idade e o que você percebeu. Isso vai junto na sua mensagem — a equipe já entende o caso do seu filho antes de você precisar contar tudo de novo.
Esta ferramenta não avalia, não diagnostica e não substitui consulta. Ela só organiza o que você mesmo observou.
Criança não colabora com quem tem pressa. O atendimento é desenhado para ela entrar brincando e sair sem medo — e para os pais saírem entendendo.
O que você observou, desde quando, o que já ouviu de outros profissionais, como é a rotina, o esporte, a escola. Quem convive com a criança é a principal fonte de informação da avaliação.
Nada começa com a criança tensa. A avaliação vira brincadeira: andar, correr, pular, ficar na ponta do pé. É assim que se vê o movimento real, e não o movimento de quem está sendo observado.
Mobilidade do pé e do tornozelo, força, flexibilidade, alinhamento, equilíbrio. Sempre considerando a fase de desenvolvimento em que ela está.
A baropodometria registra como o peso se distribui nos pés. Isso vira imagem — e imagem é o que permite comparar daqui a seis meses, em vez de depender da memória de todo mundo.
Como ela anda, como corre, como para, como sobe e desce. É onde as compensações aparecem.
Traga o tênis do dia a dia — e, se tiver, um mais velho. A sola guarda meses de informação sobre a pisada dela.
A parte que os pais mais esperam: o que foi encontrado, o que é próprio da idade, o que vale acompanhar e o que não precisa de nada. Com as imagens na tela e sem termo técnico solto.
Se houver indicação de acompanhamento, você sai sabendo o que é, por quê e por quanto tempo. Se não houver, você sai sabendo disso também, e com orientação do que observar em casa.
Tudo isso acontece em cerca de 1 hora, num atendimento só. Atendemos crianças, em geral, a partir dos 3 anos.
Com criança, a tentação de vender medo é enorme: basta insinuar que o futuro dela depende de fechar o pacote hoje. A gente não faz isso, e você não deveria aceitar de ninguém.







"Mãe nenhuma quer ouvir que está tudo bem sem que ninguém tenha olhado. E nenhuma criança precisa ser tratada de uma coisa que era só a idade dela."
Mais de 1.200 crianças acompanhadas pelo KidsPé, o método de avaliação e acompanhamento da pisada infantil da DM — construído para falar com a família, não só sobre ela.
Instituto de Saúde DM · CNPJ 26.653.134/0001-03 · Responsável técnica: Dayse Magalhães, CREFITO 177988-F.
Mande uma mensagem para a equipe. Você recebe as informações, os horários e o valor, e decide depois — sem ninguém te apressando.
Atendimento humano, no horário comercial.